O piloto Flávio Rivera, de 54 anos, que morreu na última quarta-feira, 02, na queda de um avião, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, sempre sonhou em trabalhar com aviação, segundo a família. O piloto morava em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, e deixa três filhos e um neto.

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Em entrevista ao g1, a mãe do piloto, a cantora e compositora Vera Capile, contou tinha medo de que algo ruim acontecesse, porém, afirmou que o filho trabalhava com aviação há cerca de 20 anos.

Revelação

“Ele sempre gostou muito da aviação e sempre foi muito dedicado. Eu falava que temia os perigos da profissão, mas ele sempre dizia que se acontecesse, estava feliz, porque estava fazendo algo que gosta”, disse Vera.

No momento do acidente, Flávio pilotava um Piper Cherokee Six, uma aeronave de pequeno porte que desapareceu após decolar de Primavera do Leste às 7h15, com previsão de pouso às 8h30 em um aeroporto privado na Gleba Rio Vermelho.

Poucos minutos antes do pouso, o avião perdeu contato com o radar. Horas depois da queda, os destroços foram encontrados em uma área de difícil acesso, conhecida como Morro do Gavião.

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Até o momento, não há informações sobre a causa do acidente. O radar registrou que Flávio fez várias voltas entre o ponto de partida e o de chegada, ainda antes de perder o contato.

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JULIANA GARDESANI é jornalista, tem 31 anos e é formada pela UNINOVE. Tem passagens pelo UOL (Splash), Vogue Brasil e Glow News, além de já ter trabalhado em assessorias de imprensa. Escreve há seis anos sobre moda, beleza, televisão e celebridades